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Perfil completo e participação efetiva são principais formas de aumentar visibilidade, diz LinkedIn

Por Marcelo Trigo • Comentários
fernanda brunsizian linkedin 141001 Perfil completo e participação efetiva são principais formas de aumentar visibilidade, diz LinkedIn

Na última semana, a CreativeBizz divulgou uma série de dicas, para quem deseja tirar o máximo proveito do LinkedIn. Elas foram apresentadas pela própria gerente de Comunicação Corporativa da rede para a América Latina, Fernanda Brunsizian, durante um evento realizado em Curitiba (PR), no último dia 23.

Nesta mesma ocasião, a gestora aproveitou para responder algumas perguntas do público, acerca da plataforma. O nosso blog acompanhou o bate-papo e separou os pontos principais para você. Confira!

Público – Já li algumas vezes que só devemos adicionar pessoas as quase conhecemos. Como proceder?

Fernanda Brunsizian – Não necessariamente você precisa conhecer a pessoa, mas é recomendável contar com, pelo menos, uma referência. O ideal é que você não seja uma pessoa completamente estranha para quem deseja adicionar. É preciso, também, que vocês tenham algo em comum, lembrando que a quantidade de conexões não é o mais importante, mas sim a qualidade destes contatos. Uma dica, na hora de convidar alguém para se tornar uma conexão, é personalizar a mensagem do convite, o que aumenta as chances de resposta positiva.

Público – Por que quando um usuário ultrapassa as 500 conexões, o LinkedIn deixa de mostrar a quantidade exata de contatos desta pessoa?

FB – O objetivo é justamente evitar o estímulo à simples corrida por conexões. Novamente, reforçamos que o importante é a qualidade e não a quantidade.

Público – Que dicas você daria para aumentar nossa visibilidade no LinkedIn?

FB – O mais importante é ter um perfil completo e participar da rede, de forma efetiva.

Público – Contar com uma versão do perfil em outro idioma contribui para ampliar a visibilidade?

FB – Ajuda, sim. Afinal, mais pessoas poderão compreender o que está escrito no seu perfil. Neste caso, minha sugestão é de que o idioma padrão seja o inglês, justamente por uma maior quantidade de usuários conhecer a língua. Aproveito, também, para dar outra dica: se você for dar ou receber um depoimento em outro idioma, só faça isso numa língua na qual você ou a outra pessoa seja fluente. Caso contrário, o resultado corre o risco de não comunicar da maneira correta e mais atrapalhar que ajudar.

Público – Quando vale a pena contar com um perfil premium?

FB – Isto depende de quanto você usa ou pretende utilizar o LinkedIn. Basicamente, o usuário pode contar com quatro interesses macro, neste tipo de perfil: vendas, recrutamento, busca por emprego ou acesso a mais ferramentas. Algumas das vantagens do premium, por exemplo, são o usuário ver suas conexões de terceiro grau e poder enviar InMails [mensagens] para elas. Ou seja: você pode chegar mais facilmente a pessoas que não são suas conexões diretas.

Público – Na área “competências”, a quantidade de pessoas que atestam que você é bom nos itens ali dispostos influencia nos resultados das buscas?

FB – A quantidade de votos recebidos, por si só, não tem influência. Já as competências, sim. Isto porque podem ser realizadas buscas envolvendo uma competência específica. Além disso, quando uma pessoa endossa você, as conexões dela também podem ver isso, o que acaba contribuindo para aumentar a sua visibilidade na rede. Porém, em termos de busca, não importa se você tem 100, 80 ou 50 endossos.

Público – Quais os principais desafios do LinkedIn, no Brasil, nos próximos três anos?

FB – Um deles, certamente, é ampliar o nível de engajamento dos usuários. Fazer com que as pessoas deixem de ter apenas um perfil básico e o atualizem apenas quando estão buscando uma nova oportunidade profissional. Outro desafio será abrir, no Brasil, áreas de negócios que já existem nos Estados Unidos e que serão lançadas em breve por aqui, com o objetivo de auxiliar a monetização da rede.

OUTRAS CURIOSIDADES DO LINKEDIN

1) Os primeiros escritórios internacionais do LinkedIn foram abertos em 2008, cinco anos após o lançamento da rede, em 2003, nos Estados Unidos.

2) A versão em português só foi disponibilizada em 2010, sendo que, hoje, a rede já é utilizada em mais de 23 idiomas diferentes.

3) Em São Paulo, funciona o escritório que atende toda a América Latina. Nele, trabalham cerca de 100 pessoas.

4) 60% do faturamento do LinkedIn vêm das chamadas “soluções de talentos”, que consistem em ferramentas com foco em recrutamento disponibilizadas pela rede às empresas. Apenas 20% da receita são provenientes de publicidade e outros 20% de assinaturas premium.

 

Foto: Ricardo Akam

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